Eu queria vê-lo novamente. Poder abraçá-lo e sentir o calor do seu corpo. Tão forte e ao menos tempo tão doce. Eu gostaria de nos dar uma chance de construir uma história. Não estou criando expectativas e nem ilusões, não tenho sonhado acordada, eu apenas gostaria de desfrutar mais de sua companhia. Talvez te conhecer melhor e quem sabe voltar a sentir o encantamento. Novamente não estou me iludindo, mas apenas manifestando meu desejo de estar ao seu lado para rirmos juntos, para voltarmos a nos beijar, para ter razões em encontrar a coisa certa a se dizer. Aquele medo gostoso de parecer patética ou infantil, insegura ou desesperada. Eu não quero te assustar, mas acho que se pudéssemos nos ver de novo e talvez de novo, poderia dar certo. Não sei, não quero me iludir, eu apenas acho sabe. Talvez porque acredito que mereça isso ou porque simplesmente queira estar com alguém e neste momento meu coração diz que este alguém poderia ser você. O casual pode ser mais que banal se darmos uma forcinha e não simplesmente esperarmos a força do destino. Eu não estou querendo forçar a barra, eu apenas estou querendo você. Relaxe, isso não é um pedido de namoro, não se assuste, por favor, é apenas minha forma de convidá-lo para sairmos mais uma vez, mais um encontro casual. Eu pareço ter as respostas, mas eu sou a pergunta, o que me fragiliza, me faz humana e passional, o que me afasta de minha segurança racional. Isso pode ser bom, mas implica atenção de quem está ao meu lado para perceber que tudo que eu preciso é de um pouco de carinho para a armadura cair ao chão. Você pode ser diferente, pode ser meu amigo e me fazer me abrir, retirar as trancas que me aprisionam dentro do meu próprio ser. Não tenha medo de minha intensidade ou de minhas palavras. Onde está você que fará aflorar em mim o melhor que posso ser? Talvez você seja a resposta que eu tanto procuro. E não me importa o que irão dizer, eu não me importo de tomar a frente se precisar, só se permita correr o risco de se apaixonar.
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domingo, 2 de fevereiro de 2014
Uma chance de te ver outra vez!
Eu queria vê-lo novamente. Poder abraçá-lo e sentir o calor do seu corpo. Tão forte e ao menos tempo tão doce. Eu gostaria de nos dar uma chance de construir uma história. Não estou criando expectativas e nem ilusões, não tenho sonhado acordada, eu apenas gostaria de desfrutar mais de sua companhia. Talvez te conhecer melhor e quem sabe voltar a sentir o encantamento. Novamente não estou me iludindo, mas apenas manifestando meu desejo de estar ao seu lado para rirmos juntos, para voltarmos a nos beijar, para ter razões em encontrar a coisa certa a se dizer. Aquele medo gostoso de parecer patética ou infantil, insegura ou desesperada. Eu não quero te assustar, mas acho que se pudéssemos nos ver de novo e talvez de novo, poderia dar certo. Não sei, não quero me iludir, eu apenas acho sabe. Talvez porque acredito que mereça isso ou porque simplesmente queira estar com alguém e neste momento meu coração diz que este alguém poderia ser você. O casual pode ser mais que banal se darmos uma forcinha e não simplesmente esperarmos a força do destino. Eu não estou querendo forçar a barra, eu apenas estou querendo você. Relaxe, isso não é um pedido de namoro, não se assuste, por favor, é apenas minha forma de convidá-lo para sairmos mais uma vez, mais um encontro casual. Eu pareço ter as respostas, mas eu sou a pergunta, o que me fragiliza, me faz humana e passional, o que me afasta de minha segurança racional. Isso pode ser bom, mas implica atenção de quem está ao meu lado para perceber que tudo que eu preciso é de um pouco de carinho para a armadura cair ao chão. Você pode ser diferente, pode ser meu amigo e me fazer me abrir, retirar as trancas que me aprisionam dentro do meu próprio ser. Não tenha medo de minha intensidade ou de minhas palavras. Onde está você que fará aflorar em mim o melhor que posso ser? Talvez você seja a resposta que eu tanto procuro. E não me importa o que irão dizer, eu não me importo de tomar a frente se precisar, só se permita correr o risco de se apaixonar. terça-feira, 9 de julho de 2013
O roçar dos nossos lábios...
Ela e suas amigas caminhavam, realmente, felizes, enquanto iam para casa, depois de uma festa cheia de histórias para contar. Distraídas elas se assustaram quando um carro passou muito próximo a calçada em que elas estavam, em alta velocidade. Mas ela não deixou de reparar, ela conhecia aquele carro de algum lugar, quando ele então, parou e deu ré até o ponto em que elas estavam. Claro, era ele, por sorte uma noite mesmo que iluminada pela lua, era capaz de esconder o rubor do seu rosto, por vê-lo novamente, mas talvez não fosse suficiente para ofuscar o brilho dos seus olhos e do seu sorriso, ao menos, foi exatamente isso que ele pensou ao vê-la.
Durante a noite, eles trocaram algumas provocações, alguns olhares, e foram a pauta das conversas, cada um em seu grupo de amigos, mas nunca passava disso. Talvez naquela noite, sob aquela lua, as coisas poderiam ser diferentes. Ele começou acompanhá-las com o carro, mantendo a velocidade reduzida ao máximo, era inevitável, eles soltavam faíscas, entre uma provocação e outra, sempre havia um sorriso malicioso, um falso ar desdém, um brincadeira, uma provocação, era quase que impossível se controlar, as palavras saíam sem pensar e o corpo correspondia na mesma proporção. Para ele parecia um jogo, já para... Ela ainda não sabia dizer o que era, mas ela adorava estar naquele jogo, ela adorava sentir seu coração martelando em seu peito, adorava sentia a mudança de expressão do seu próprio rosto quando ele se aproximava, ela amava e percebia que todos os seus sentidos se intensificavam quando ele chegava e como ao mesmo tempo elas os perdia, porque simplesmente, não os dominava.
Ele ofereceu uma carona, e mesmo faltando apenas 3 quadras para chegarem em casa, elas aceitaram. Havia um outro menino no carro, o qual ela tinha reparado antes de entrarem. A conversa entre o grupo foi divertida, até que chegaram no ponto de se despedir. Ele parou o carro em frente a casa de um delas, onde dormiriam naquela noite. Suas amigas queriam entrar, antes que alguém em casa acordasse, ela queria ficar. Naquela noite, estava tudo tão leve, apesar da intensidade entre eles, não havia farpas, apenas sorrisos, as provocações soavam bem e os aproximava, não eram irritantes como em outras vezes, eram diferentes, ela podia sentir isso, ele também estava diferente. Ainda sim, ela resolveu entrar e se despedir do seu "amigo" de escola. Um abraço! Isso nunca aconteceu antes, um contato tão simples e tão íntimo, ainda mais, daquela forma tão amistosa, mas com certo estranhamento e formalidade, apesar dos sorrisos que ambos estampavam. Um beijo! Um momento de indecisão! Ela sabia que se ela permitisse ele a beijaria ou talvez não, que dúvida. Virava o rosto para que ele a beijasse em seu rosto ou não, e permitia que ele se decidisse? Um turbilhão de sensações, em uma breve fração de segundos. Ficou por conta dele então. E tão despreocupadamente, ele selou um momento com um roçar de lábios, uma leve pressão no canto da boca dela que fez seu lábio inferior se mover acompanhando os lábios que o tocavam como se ele desejasse não encerrar aquele momento.
E foi dessa maneira que muito sem jeito, com um sorriso torto, meio de lado, que ela viu ele contornar o carro e ir embora, com aquele sorriso aberto e lindo que só ele sabia dar, deixando ela ali atônita. Sua amigas ficaram doidas, elas diziam "Ei, esse beijo de despedida, não foi no rosto não!" Hahaha... É não foi - ela pensou. Quando entraram em casa, ela sentia todo o seu corpo vibrar como se recebesse pequenos choques elétricos. Deitada em um colchão na sala, ela viu suas amigas pegando rapidamente no sono, mas ela tinha seus olhos bem abertos, vidrados no teto, mas não era para lâmpada apagada ou para as tábuas do forro que ela olhava, ela via mais além. Ela via com o coração, enquanto seus dedos transcorriam a sua boca, contornando os seus lábios e sentido a umidade deles, lembrando que a pouco tempo atrás os lábios dele estiveram ali colados ao seus. Naquela noite foi impossível dormir, e àquela seria uma lembrança tão pura e doce, que ela levaria para sempre consigo, melhor que um primeiro beijo, o primeiro roçar de seus lábios, uma primeira resposta de seu amor.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
A Força das Palavras
Aprendi a gostar de ler com a trilogia Harry Potter, a amar a poesia com o "Soneto de Fidelidade" de Vinicius de Moraes, descobri que gostava de escrever com "Dulce Amargo", livro da minha Dulce María e resolvi comerçar este blog, lendo os blogs das minhas amigas Flávia Prudêncio e Ane Elize Siqueira.
É incrível como as palavras são dotadas de força, você pode destruir um relacionamento de amizade e de amor com apenas uma palavra, assim como pode chegar até o coração das pessoas e fazê-las refletir, tocá-las de algum modo. Eu me emociono de verdade a cada comentário que recebo sobre os meus posts, seja aqui, seja em uma conversa ou por um tweet, sou grata por cada comentário que tenho escutado e lido. Quando alguém diz ter chorado, quando alguém diz que era exatamento aquilo que precisa ler, que as minhas palavras mudaram o seu dia, quando lêem o que escrevo e me devolvem com um reflexão própria, quando transcrevem um trecho de algum dos meus textos, eu percebo que posso chegar ao coração das pessoas com as minhas palavras, que de alguma forma ela se identificam com elas, que posso fazê-las parar e refletir sobre si mesmas e sobre o mundo que as cerca. Não há palavras para descrever o que sinto, cada vez que algo assim acontece, as lágrimas vem e tenho a absoluta certeza que escrever é o que amo fazer.
E hoje após ultrapassar a marca aqui de 1000 visualizações, venho agradecer a cada um de vocês que utilizam um pouco do seu tempo para ler o que eu escrevo aqui e a cada um que me inspirou, levando a iniciar este blog e também aos que têm me incentivado ir além. Pode parecer que eu esteja fazendo um espetáculo de algo tão simples, mas é que para mim isso é realmente importante e tem um significado especial, é apenas um começo, o início de um sonho ainda maior. Então, a todos vocês obrigada!
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